A importância do teste do pezinho

O teste do pezinho, também conhecido como triagem neonatal é feito em todos os bebês. Saiba a importância de realizar este exame.

Quando o bebê nasce são feitos vários exames, e o mais importante deles é o teste do pezinho. Todos os bebês realizam este exame logo nos primeiros dias de vida.

Mas, qual a importância dele? Será que o bebê sente dor? Quais doenças ele pode detectar? O resultado demora?

Tire essas e outras dúvidas lendo o texto na integra.

Saiba também por que o teste da orelhinha é feito.

Como é feito o teste do pezinho?

Ele precisa ser realizado, no minimo, após 48 horas do nascimento, pois o bebê precisa ser alimentado, para que os resultados sejam mais precisos.

São tiradas algumas gotinhas de sangue do calcanhar do neném, que são colocadas em um papel especial para que vários exames sejam feitos usando o sangue coletado.

Com essa analise é possível detectar doenças genéticas, que são transmitidas pelos genes do papai e da mamãe, e doenças congênitas, que podem ser desenvolvidas enquanto ele está no útero, no decorrer dos noves meses de gestação.

Qual a importância disso?

O Ministério da Saúde desenvolve um trabalho de triagem neonatal em todos os Estados Brasileiros, para que 100% dos recém-nascidos sejam submetidos ao teste. Por isso, em quase todos os casos, ele é realizado na maternidade antes do bebê receber alta.

Com o resultado é possível que as doenças detectadas, sejam tratadas o mais rápido possível para evitar maiores sequelas e, em alguns casos, até a morte da criança.

Mas meu bebê vai sentir dor?

O exame é muito rápido e feito em uma região que facilita a coleta do material, diminuindo a dor. Mas se mesmo assim você ficar com dó, tenha em mente que esse exame é muito importante e pode prevenir doenças graves no futuro.

O resultado demora?

O resultado pode levar até trinta dias para sair. Caso o resultado dê alguma alteração, os pais são chamadas nos locais de coleta para a realização de um novo exame, para confirmação do diagnóstico.

Quais doenças podem ser detectadas?

Na Triagem Básica

  • Fenilcetonúria: doença genética que diminui uma enzima ligada ao metabolismo do aminoácido fenilalanina.
  • Hipotireoidismo congênito: caracterizada pela baixa produção de hormônios na tireoide, que são importantes para o desenvolvimento do bebê, principalmente do sistema nervoso.
  • Anemia falciforme: tipo de anemia hereditária em que os glóbulos vermelhos tenham o formato de foice ou meia-lua. Isso prejudica a passagem pelas veias e artérias.
  • Hiperplasia adrenal congênita (ou hiperplasia congênita de suprarrenais): série de anormalidades nas glândulas suprarrenais, causando alterações nos genitais externos da criança.
  • Fibrose cística: também é uma doença genética, que deixa as membranas celulares deficientes de cloro e de sódio, produzindo uma secreção, que o pode obstruir os pulmões e causar problemas respiratórios.
  • Deficiência de biotinidase: doença caracterizada por defeito na utilização da vitamina biotina (vitamina B7).

Na Triagem Ampliada doenças como Galactosemia, Deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase (G6PD),  Toxoplasmose congênita e outros erros inatos do metabolismo intermediário também são detectadas.

 

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